Estou farto de levar porrada, sobretudo de mim próprio. Levo porrada dos outros pela merda que faço e levo porrada de mim por levar porrada dos outros e pela merda que faço. Faço coisas que não consigo explicar o porquê de as ter feito, ando constantemente a lutar contra mim próprio. Paz, quero paz, não me dou paz, não me lembro, não recordo, porquê, quem, eu?
Eu?
Eu fiz isso? Eu fiz aquilo? Porquê? Porquê Porquê?! PORQUÊ, PORRA?! PORQUE É QUE FIZESTE ESSA MERDA?! PORQUE É QUE NÃO TENS ATENÇÃO?!! ANDAS A DORMIR, CARALHO!! PORQUÊ?!
Eu não sei... eu não faço a miníma ideia... estou desesperado. Venham psicólogos, bruxas, assassinos, qualquer um. Apenas me levem para longe de mim, por favor. Eu não aguento mais. Eu só quero um pouco de tempo de paz, sossego. Levem-me de mim.
Eu?
Eu fiz isso? Eu fiz aquilo? Porquê? Porquê Porquê?! PORQUÊ, PORRA?! PORQUE É QUE FIZESTE ESSA MERDA?! PORQUE É QUE NÃO TENS ATENÇÃO?!! ANDAS A DORMIR, CARALHO!! PORQUÊ?!
Eu não sei... eu não faço a miníma ideia... estou desesperado. Venham psicólogos, bruxas, assassinos, qualquer um. Apenas me levem para longe de mim, por favor. Eu não aguento mais. Eu só quero um pouco de tempo de paz, sossego. Levem-me de mim.
3 comments:
M., o que é que tu fazes que é assim tão grave?
As coisas nunca são o que parecem.
O filósofo Immanuel Kant, na sua obra "Crítica da Razão Pura", distingue entre númeno e fenómeno. O númeno é o que as coisas são e o fenómeno é o que as coisas parecem ser. Como eu não estou a par de nenhuma delas, talvez me pudesses abrir o véu do númeno, o que é sempre difícil, mas tentar já não tanto...
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