Ela voltou. Inesperadamente como uma brisa que invade o quarto quando alguém se esquece da janela aberta. De repente volto ao passado, sinto todos os cheiros, ouço aquilo que não aguentei ouvir e sinto aquilo que me mata por dentro. Nunca vou ter espaço para descanso e toda a raiva e ódio que sinto não desaparece. E ela voltou. Volta sempre. A dor volta sempre.
Sunday, March 2, 2008
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment