Ponto 1. A Susana voltou para me assombrar, sonhos e mais sonhos e mais sonhos. E sempre a presença dela, a torturar-me. Acordei com raiva a ela mas principalmente por raiva a mim próprio porque em mim nada morre, principalmente a merda que posso usar contra mim. A última vez que a vi foi há quase 3 anos. 3 anos. E mesmo assim, ela passeia pela minha mente como se fosse a sua, mesmo assim, eu deixo com que ela use e abuse de mim. Dá ideia de que se eu morrer, sou capaz de voltar à vida apenas para ela me torturar por mais uns instantes.
Ponto 2. Notícia das boas da parte do meu irmão. Tínhamos arranjado uma maneira de ele arranjar uns dinheiros que poderiam nos ajudar a todos nós, mas antes do plano entrar em prática, eis que surge um imprevisto que põe tudo em causa. Não iria ajudar a nossa situação directamente, mas tudo o que o ajude a ele, de certeza de que não nos faz mal. É esperar por desenvolvimentos.
Ponto 3. Mais uma dívida a cair em cima, mais um credor, mais um processo no Banco de Portugal e consequentemente no tribunal. Cheguei a casa e encontrei a minha mãe num completo estado de nervos. Tentei apelar à calma, dizer-lhe que tudo iria correr bem. Menti, portanto. E ela respondeu aquilo que eu responderia. "Vai correr tudo bem como tem corrido até agora. Tudo a correr bem." É... tudo a correr bem...
Paz podre. É a única paz que conheço.
Ponto 2. Notícia das boas da parte do meu irmão. Tínhamos arranjado uma maneira de ele arranjar uns dinheiros que poderiam nos ajudar a todos nós, mas antes do plano entrar em prática, eis que surge um imprevisto que põe tudo em causa. Não iria ajudar a nossa situação directamente, mas tudo o que o ajude a ele, de certeza de que não nos faz mal. É esperar por desenvolvimentos.
Ponto 3. Mais uma dívida a cair em cima, mais um credor, mais um processo no Banco de Portugal e consequentemente no tribunal. Cheguei a casa e encontrei a minha mãe num completo estado de nervos. Tentei apelar à calma, dizer-lhe que tudo iria correr bem. Menti, portanto. E ela respondeu aquilo que eu responderia. "Vai correr tudo bem como tem corrido até agora. Tudo a correr bem." É... tudo a correr bem...
Paz podre. É a única paz que conheço.
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