Sunday, April 27, 2008

26 de Abril de 2008

Vi-o finalmente. Estive mais uma vez sozinho em casa e desta vez consegui-o ver. A ele ou ela. Não consegui perceber muito bem. Disse algo que não entendi muito bem. Tentei aproximar-me mas continuava a fugir, até que desapareceu. Parecia desesperada ou desesperado, mas não consegui entender o que dizia. Estava em constante movimento, desaparecia, aparecia novamente. À minha frente nas minhas costas. A sua voz, em meu redor. Não consegui perceber nada do que dizia. Até que acabou por desaparecer. E as coisas começaram a mexerem-se sozinhas, quadros começaram a cair, livros. Isto não é alucinação minha. Devo ter repetido esta frase umas mil vezes hoje, mas mesmo assim, não ajudou a aceitar o que se passou. O que se está a passar.

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