Acordei no meu vómito, um cheiro horrível nos meus lençóis, na minha pele, que não consigo apagar. Porque continuo a tentar? Sempre a tentar apagar alguma coisa e no fundo acho que acabo mais a fugir do que propriamente a apagar. A Susana, quanto tempo ela vai continuar a espetar-se no meu peito como um alfinete cruel que apenas existe na minha cabeça? Ela não existe mais assim como eu não existo mais para ela. Porque é que eu deixo que ela me faça mal? Porque é que eu quero morrer às suas mãos, sentir que toda esta merda toda é obra das maldições que ela me lançou, fruto do desprezo que ela disse sentir de mim. Desprezo, não, nojo. "Tenho nojo de mim por me teres tocado"
"Tenho nojo de ti, nojo, nojo, nojo, nojo..." E as palavras repetem-se até à exaustão mas mesmo assim não se calam.
"NOJO"
Eu também tenho nojo de mim, isso traz-te alegria de alguma forma? Estás feliz, és feliz, estás completa, realizada? Tudo aquilo que disseste que seria possível seres comigo. Aposto que sim e aposto que se lesses estas palavras que a tua felicidade iria aumentar e mesmo assim irias achar que não era suficiente. Mas tu não me odeias, apenas me desprezas. Não reconheces a minha existência. Não existi. Felizmente para ti.
Felizmente para todos os que não me conhecem, todos aqueles na tua vida perfeita. Fode-te mais a tua vida perfeita. VAI-TE FODER! Tu é que me metes nojo, nojo sequer de te dar valor o suficiente para que me continues a magoar 3 anos depois. 3 anos de tortura, 3 anos em que desejei a morte por ti, pelo teu veneno que deixaste dentro de mim. Sempre tão criança no meio dos seus sonhos idiotas. ACORDA PARA A MERDA DO MUNDO! Nada é cor de rosa, não fantasiasinhas nem princepesinhos encantados para te salvar dos teus ditadores, da tua própria inércia em lutares por ti. Tu não sabes quem tu és, apenas esperas que alguém diga o que és. Queres saber o que és? ÉS UMA MERDA DUM SER HUMANO, um desperdício de sangue e carne que estava melhor distribuído como alimento para hienas e abutres. Como é possível ainda continuares aqui? Porque é que não sais?! SAI, CARALHO, SAI! DESAPARECE, DEIXA-ME EM PAZ, NÃO AGUENTO MAIS, DEIXA-ME EM PAZ. Deixa-me em paz... estou farto de acordar no meio do teu vómito e não sufocar.
Não interessa... tu és um deles. Um daqueles que anda à minha volta, que não me larga, um dos mortos. Tu és a mulher nojenta, eu reconheço-te. Mas não me reconheço mais a mim, o que sobrou de ti. Um monte de merda que se odeia, que não se perdoa, por amar-te quando tudo o que quer é odiar-te.
"Tenho nojo de ti, nojo, nojo, nojo, nojo..." E as palavras repetem-se até à exaustão mas mesmo assim não se calam.
"NOJO"
Eu também tenho nojo de mim, isso traz-te alegria de alguma forma? Estás feliz, és feliz, estás completa, realizada? Tudo aquilo que disseste que seria possível seres comigo. Aposto que sim e aposto que se lesses estas palavras que a tua felicidade iria aumentar e mesmo assim irias achar que não era suficiente. Mas tu não me odeias, apenas me desprezas. Não reconheces a minha existência. Não existi. Felizmente para ti.
Felizmente para todos os que não me conhecem, todos aqueles na tua vida perfeita. Fode-te mais a tua vida perfeita. VAI-TE FODER! Tu é que me metes nojo, nojo sequer de te dar valor o suficiente para que me continues a magoar 3 anos depois. 3 anos de tortura, 3 anos em que desejei a morte por ti, pelo teu veneno que deixaste dentro de mim. Sempre tão criança no meio dos seus sonhos idiotas. ACORDA PARA A MERDA DO MUNDO! Nada é cor de rosa, não fantasiasinhas nem princepesinhos encantados para te salvar dos teus ditadores, da tua própria inércia em lutares por ti. Tu não sabes quem tu és, apenas esperas que alguém diga o que és. Queres saber o que és? ÉS UMA MERDA DUM SER HUMANO, um desperdício de sangue e carne que estava melhor distribuído como alimento para hienas e abutres. Como é possível ainda continuares aqui? Porque é que não sais?! SAI, CARALHO, SAI! DESAPARECE, DEIXA-ME EM PAZ, NÃO AGUENTO MAIS, DEIXA-ME EM PAZ. Deixa-me em paz... estou farto de acordar no meio do teu vómito e não sufocar.
Não interessa... tu és um deles. Um daqueles que anda à minha volta, que não me larga, um dos mortos. Tu és a mulher nojenta, eu reconheço-te. Mas não me reconheço mais a mim, o que sobrou de ti. Um monte de merda que se odeia, que não se perdoa, por amar-te quando tudo o que quer é odiar-te.
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