A mulher, via-a outra vez. Não aquela gigante, mas a outra, a que se riu de mim. O riso dela, horrível não me sai da cabeça. Acordei com ele e quando dei conta, ela estava em cima de mim, a provocar-me. As suas mãos percorriam todo o meu corpo enquanto eu tentava libertar-me. O cheiro, ela tinha um cheiro horrível, como se tivesse um hálito a... podre. E não parava de rir, dizendo frases... familiares. Coisas que já disse ou que me disseram. E ela cospiu-as de volta a mim no seu bafo podre, os seus dentes horríveis. A sua voz histérica disse-me que me desejava, que me queria foder e eu lutei para me libertar antes de vomitar mas perdi a luta e acabei por lhe vomitar em cima. Ela lamber o meu vómito. E eu vomitei outra vez. Mesmo assim não consegui me libertar dela. Ouvi barulho fora do quarto e acho que ela também ouviu, já que saiu de mim e praguejou. Disse..."continuamos depois, paixão". Nunca senti tanto nojo na minha vida como naquele momento. Quando a minha mãe abriu a porta, estava coberto de vómito. Ela nem conseguiu dizer nada. E eu também não, enquanto via aquela puta a esconder-se por trás do armário.
Sunday, May 11, 2008
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